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Grupos de idosos mostram curiosidade em visita ao Museu do Judiciário Catarinense


Um público muito especial fez parte das seis visitas ao Museu do Judiciário, agendadas desde ontem (14/8) até a próxima quinta-feira (17). Ligados ao Serviço Social do Comércio – Sesc, um grupo de mulheres e o grupo de cantoria Floripa Encanta, formados por pessoas da terceira idade, aproveitaram muito bem a visita. Antenadas, inteligentes e curiosas, elas escutaram atentamente a explicação do historiador Sandro Makowiecki sobre o episódio do Contestado, e logo após o “bombardearam” com perguntas.

Foi apresentado o documentário baseado em fotografias de Claro Jansson na sala de reuniões do HS, e a Seção de Museu fez uma pequena alteração no roteiro em virtude da idade dos visitantes: a explanação sobre o Contestado, que antes acontecia no Museu e era ouvida em pé pelos visitantes, desta vez foi realizada na própria sala de reuniões do HS. Assim, lhes foi garantido o conforto de permanecer sentadas antes de passar à sala de exposições para ver fotos e objetos.

Além dos idosos, continuam agendadas as visitas de jovens aprendizes do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE. A avaliação dos estudantes tem sido positiva. Um exemplo é Jonathan Alves, de 18 anos, que pretende cursar História, e a parte da disciplina de que mais gosta é o estudo das guerras. Ele demonstrou ter conhecimento sobre armas: “Alguns desses sabres expostos aqui são muito semelhantes aos que eram usados pelos piratas. Eles empregavam uma versão menor, chamada cimitarra, junto com uma espada grande”, comentou, com brilho nos olhos.

 

Responsável: Ângelo Medeiros – Reg. Prof.: SC00445(JP)

Textos: Américo Wisbeck, Ângelo Medeiros, Daniela Pacheco Costa e Sandra de Araujo



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Gestante tem garantido o direito de estabelecer plano de parto ao ter o filho


A juíza Sabrina Menegatti Pitsíca, titular da 1ª Vara Cível da comarca de Itapema, concedeu parcialmente liminar a uma gestante para lhe garantir o direito de ter plano de parto seguido à risca por equipe médica.  Em sua decisão, a juíza afirmou que o plano de parto é recomendado pela Organização Mundial da Saúde e, em princípio, seria desnecessária qualquer autorização judicial neste sentido, porém ainda se percebe a resistência de alguns médicos e maternidades em aceitá-lo.

O objetivo da autora que entrou com pedido de liminar é garantir um parto sem violência obstétrica. Em seu plano de parto, ela descreveu os procedimentos a que deseja ser submetida, de forma organizada e cronológica, com vedação de outros processos em relação a ela e ao bebê. Para isso, fundamentou-se em leis federais, estaduais, resoluções do Conselho Regional de Medicina e em estudos científicos. Caso não seja possível a aplicação do plano em algum momento, pleiteou que os pais sejam avisados e consultados acerca das alternativas possíveis, sendo obrigatório o consentimento.

A juíza ponderou que o plano de parto apenas deve ser seguido se preservar a segurança e a saúde da mãe e do bebê, e tem de ser previamente elaborado pelo médico que a assistiu no pré-natal, em conjunto com o casal, não cabendo ao Poder Judiciário determinar o que pode ou não ser feito (Autos n. 0301038-51.2017.8.24.0125).

Fotos: Divulgação / Freeimages

Responsável: Ângelo Medeiros – Reg. Prof.: SC00445(JP)

Textos: Américo Wisbeck, Ângelo Medeiros, Daniela Pacheco Costa e Sandra de Araujo



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Psicóloga Mônica Mumme explica a abordagem da Justiça Restaurativa no JL desta semana


O Justiça Legal desta semana apresenta entrevista com a psicóloga Mônica Mumme, referência em Justiça Restaurativa no Brasil, que está ministrando cursos a profissionais do Judiciário catarinense envolvidos com o projeto. Como especialista na área, ela traz informações técnicas e metodológicas sobre o funcionamento da Justiça Restaurativa, assim como a dinâmica de ação dessa modalidade de resolução de conflitos.

Na comarca de Biguaçu, a equipe do JL foi acompanhar o trabalho da Polícia Militar no projeto intitulado Patrulha Maria da Penha. Nele, policiais fazem ronda em casas cadastradas onde houve violência doméstica. E no quadro Isto é Legal, confira um pouco da 35ª edição do tradicional Festival de Dança de Joinville, considerado o maior festival de dança do mundo.

O Justiça Legal, programa de TV do Poder Judiciário de Santa Catarina que integra a grade da TV Justiça, TV Floripa e TV Câmara de Blumenau, vai ao ar todas as sextas-feiras, às 18 horas, na TV Floripa (canal 4 da Net), e às 23h10min na TV Câmara de Blumenau (canal 14 da Net). Nesta última emissora, a edição é reprisada na segunda-feira às 23h55min, na quarta-feira às 11h30min e na quinta-feira às 12 horas e às 13h15min. O Justiça Legal também pode ser visto às terças, quartas e quintas-feiras na TV Justiça (canal 14 da Net) ou no canal do TJ no YouTube. 

Fotos: Divulgação / Assessoria de Imprensa do TJSC

Responsável: Ângelo Medeiros – Reg. Prof.: SC00445(JP)

Textos: Américo Wisbeck, Ângelo Medeiros, Daniela Pacheco Costa e Sandra de Araujo



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Tribunal de Justiça suspende temporariamente o Programa Justiça Presente


O Conselho Gestor dos Juizados Especiais e Programas Alternativos de Solução de Conflitos decidiu suspender temporariamente o programa Justiça Presente. Desenvolvido pelo Tribunal de Justiça em parceria com o Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil-SC, Secretaria de Segurança Pública e Defesa do Cidadão e Federação Catarinense de Futebol, o programa registrou apenas 38 pedidos de atuação entre junho de 2016 e junho de 2017.

Durante o período de suspensão, na hipótese de registro de ocorrência, a entidade organizadora do evento poderá acionar o serviço judiciário plantonista da comarca onde o jogo estiver sendo realizado. A partir destas ocorrências, serão reavaliadas as reais necessidades do programa.

Fotos: Divulgação / Assessoria de Imprensa do TJSC

Responsável: Ângelo Medeiros – Reg. Prof.: SC00445(JP)

Textos: Américo Wisbeck, Ângelo Medeiros, Daniela Pacheco Costa e Sandra de Araujo



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